Flávio Bolsonaro defendeu o envio de observadores internacionais para acompanhar as eleições de outubro. O pedido foi apresentado durante encontro com representantes diplomáticos de mais de 40 países em Brasília.
O senador afirmou que não questiona o sistema de votação brasileiro e que a presença de especialistas estrangeiros poderia ampliar a segurança e a transparência. Missões de observação são utilizadas em diferentes democracias e podem contribuir com avaliações independentes sobre procedimentos eleitorais.
Durante a exposição, Flávio também associou equipamentos brasileiros à Smartmatic, empresa de origem venezuelana. A Justiça Eleitoral contestou essa declaração e informou que a companhia nunca forneceu urnas ou desenvolveu o software de votação utilizado no Brasil.
A defesa da transparência é legítima, mas ganha força quando se apoia em informações tecnicamente verificadas. A direita deve exigir auditoria, fiscalização e acesso público aos procedimentos sem repetir associações que possam ser objetivamente corrigidas pelos órgãos responsáveis.





