Listas negras petistas contra boicote lembram perseguição a Judeus na Alemanha nazista de Hitler

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A “força-tarefa” de inspiração fascista do governo Lula (PT) para criar listas negras de quem se recusa a lidar com petistas ou a consumir seus produtos, encontra precedente na Alemanha nazista, com listas de comerciantes judeus, depois com a estrela de Davi pichada em suas portas. Aquela história de horrores acabaria nos campos de concentração. Foi a militância petista que introduziu isso no Brasil já em 2020, com boicote e até depredações a grandes marcas “bolsonaristas”.

Além da Madero, passaram pelo perrengue do ódio petista empresas como a Havan, de Luciano Hang, caçado até no STF por apoiar a direita. A varejista Riachuelo entrou na lista negra petista pela opção corajosa do acionista majoritário Flávio Rocha, na defesa de pautas conservadoras.

As redes de academias Smart Fit e Bio Ritmo foram vítimas do ódio ativista após o fundador Edgard Corona ser apontado como “de direita”.

Também despejaram ira e inveja contra Coco Bambu (restaurantes) e Centauro (esportivos) porque os fundadores defenderiam ideias liberais.

Lula segue passos de Stalin e Hitler ao perseguir seus opositores.

Em 2 de junho de 2026, durante um discurso em Catalão (Goiás), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou os parlamentares Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro de “traidores” e “vendilhões da pátria” devido a articulações relacionadas a tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.

Na ocasião, Lula declarou:

“Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado. O que merecem os traidores da pátria, que vão pedir intervenção de um país no nosso país? Pensem, pensem, meditem.”

Lula cometeu um equívoco ao afirmar que Joaquim Silvério dos Reis (o delator da Inconfidência Mineira) foi enforcado. Na verdade, quem foi executado na forca e esquartejado foi Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier), enquanto Silvério dos Reis foi perdoado pela Coroa Portuguesa e viveu anos depois. Críticos, aliados da família Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro apontaram a fala como uma incitação à violência política ou ameaça, acionando o Supremo Tribunal Federal (STF) e apresentando moções de repúdio na Câmara dos Deputados.

A oposição e comentaristas políticos compararam a retórica presidencial a métodos autoritários, enquanto apoiadores e defensores argumentaram que a frase se inseria no contexto de embate político e liberdade de expressão, citando episódios anteriores de embates verbais acalorados entre diferentes correntes partidárias no Brasil.

A história mostra que regimes autoritários sempre começaram tratando opositores como inimigos da nação. Stalin, Hitler e outros ditadores usaram exatamente essa lógica: desumanizar adversários, acusá-los de traição e justificar perseguições em nome de um suposto bem maior.

No caso brasileiro, a declaração ganha ainda mais gravidade porque ocorre em meio a um ambiente político já marcado por censura, perseguições judiciais, bloqueios de redes sociais e tentativas constantes de criminalizar a direita.

Lula pode discordar de Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro ou qualquer outro opositor. Pode criticá-los politicamente. O que não pode é usar a cadeira da Presidência para flertar com uma linguagem de eliminação simbólica contra quem pensa diferente.

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