Empresário é executado a tiros dentro de caminhonete em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai

Compartilhar notícia

Empresário é morto a tiros dentro de caminhonete em Ponta Porã

Marcelo Augusto Forte, de 59 anos, foi atingido por disparos na tarde desta sexta-feira, na região da Vila Mooca; autor fugiu de motocicleta e ainda não foi localizado

PONTA PORÃ (MS) — O empresário Marcelo Augusto Forte, de 59 anos, foi assassinado a tiros na tarde desta sexta-feira (2), em Ponta Porã, na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. O crime ocorreu na região da Vila Mooca, nas proximidades do Itapema Iate Clube.

Segundo informações preliminares apuradas no local, Marcelo estava dentro de uma caminhonete Mitsubishi Pajero Sport, com placas do Paraguai, quando foi surpreendido pelo atirador. Testemunhas relataram que o suspeito se aproximou em uma motocicleta, passou ao lado do veículo e, ao perceber que a vítima estava no interior da caminhonete, retornou armado e efetuou vários disparos de curta distância.

Após o ataque, o autor fugiu de motocicleta e ainda não havia sido localizado até a última atualização. Pessoas que estavam nas proximidades tentaram prestar socorro, mas Marcelo Augusto Forte não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Científica foram acionadas. A área foi isolada para o trabalho de perícia, que deve ajudar a esclarecer a dinâmica do crime e a quantidade de disparos efetuados contra o veículo. A Polícia Civil investiga o caso e realiza diligências para identificar o autor e apurar a motivação do assassinato.

Marcelo Augusto Forte era natural de Campo Grande e atuava no meio empresarial. Registros públicos apontam ligação dele com empresas do ramo de peças e manutenção automotiva em cidades como Campo Grande, Dourados e Ponta Porã, embora os cadastros consultados indiquem que essas empresas aparecem atualmente como baixadas.

O homicídio volta a chamar atenção para a violência na faixa de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, região historicamente marcada por atentados e execuções. Até o momento, no entanto, a polícia não divulgou nenhuma linha conclusiva de investigação, e a autoria do crime permanece desconhecida.

Rolar para cima