O candidato de direita a presidente do Chile, José Antonio Kast, venceu as eleições de segundo turno realizadas neste domingo (14), confirmando seu favoritismo contra a candidata do Partido Comunista do Chile (PCC), Jeanette Jara, em derrota contundente do governo do comunista Gabriel Boric.

A vitória de Kast foi apontada pela entidade que promove as eleições, que considera irreversível a vantagem de vinte pontos percentuais pelo candidato de direita, que gosta de ser comparado ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro.
Com 25% das urnas apuradas, Kast tem 59% dos votos contra 40% da candidata comunista, confirmando as pesquisas de intenção de votos. O novo presidente chileno tem 59 anos de idade, é católico praticante e tem cinco filhos.
O Chile mandou um recado claro e ensurdecedor: chega de laboratório ideológico, chega de Foro de São Paulo, chega de romantização do caos. A eleição de José Antonio Kast simboliza a exaustão de uma sociedade que cansou de ver ordem tratada como opressão, segurança como autoritarismo e liberdade sequestrada por discursos identitários vazios.
Os chilenos disseram basta à insegurança, à destruição institucional e ao esquerdismo que prometeu justiça social e entregou medo nas ruas.
Não foi “retrocesso”, foi instinto de sobrevivência política: quando a esquerda transforma o país em experimento, o povo responde com voto, e escolhe ordem, liberdade e lei.